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  • Elaine Weingartner

Muito além do custo.

Nas negociações nada substitui o olho-no-olho, por isso as viagens corporativas são tão estratégicas.



Nas negociações nada substitui o olho-no-olho. Nem redes sociais, nem e-mails ou mesmo videoconferências. Por isso as viagens a trabalho continuam sendo essenciais e estratégicas para as empresas. E quanto mais a empresa cresce, mais viagens acontecem para fechar vendas, participar de reuniões, congressos ou treinamentos externos, o que é um excelente sinal.

Entretanto, à medida que crescem, as empresas nem sempre atentam que o peso das despesas com viagens também se eleva. Por isso, elas acabam saindo do controle.


Devemos lembrar ainda que viajar a trabalho engloba muito mais que comprar bilhetes e reservar hotéis. Há transporte terrestre, alimentação, o bem-estar do viajante e sua segurança, pois a integridade física do colaborador é de responsabilidade da empresa e deve ser prioridade.


Além disso, a relação entre qualidade dos serviços x preços dos fornecedores é um assunto complexo, bem como a auditoria de contratos e logística. Ou seja, a boa gestão da área vai muito além de conseguir comprar produtos e serviços pelo menor preço.


Mas o que fazer então? Bom, não há receita de bolo, aplicativos mágicos ou 10 passos para o sucesso, pois cada empresa possui necessidades específicas em função da natureza de seu negócio, cultura e tamanho.


Por isso se faz necessário que a gestão desse grupo de despesas seja desde cedo centralizada e tratada por profissionais que conheçam a área e tragam soluções customizadas.

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